As Escolas sem Bullying
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dicas de como evitar o bullying na escola
A maioria das vítimas de agressão física ou moral não sabe o que fazer para evitar o bullying escolar, e se submetem aos seus agressores até que aja uma intervenção.
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comportamento pode ser um sinal do problema.
Para os atingidos, a melhor coisa a fazer para evitar o bullying na escola é denunciar o(s) agressor(es) para os pais, professores ou para direção da escola, abrir o jogo mesmo, contar tudo. Amigos dos estudantes atingidos também podem fazer a denúncia já que muitos dos estudantes atingidos sentem vergonha ou medo de fazê-lo.
A Abrapia, Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência, faz as seguintes sugestões aos educadores:
• Estimular os alunos a informar os casos;
• Conversar com os estudantes e ouvir atentamente as sugestões e reclamações;
• Valorizar e reconhecer as atitudes dos alunos no combate ao problema;
• Estimular lideranças positivas entre os estudantes como prevenção de futuros casos;
• Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, a fim de resolver o problema em seu nascedouro;
• Criar regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;
• Conversar com os estudantes e ouvir atentamente as sugestões e reclamações;
• Valorizar e reconhecer as atitudes dos alunos no combate ao problema;
• Estimular lideranças positivas entre os estudantes como prevenção de futuros casos;
• Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, a fim de resolver o problema em seu nascedouro;
• Criar regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;
Atitudes como estas são eficientes para diminuir a violência física e moral dos estudantes brasileiros, basta praticá-las.
Como evitar bullings nas escolas
-Não se torne um hiper-protetor, mas vigie-o com maior atenção.
-Brincadeiras feita com outros amigos, e se possível, solicite aos professores o parecer deles.
Infelizmente os casos de bullying, geralmente não são acabam bem, sendo que é possível acompanhar pela mídia diferentes ocorrências causadas pela violência físico-psicológica, como por exemplo, suicídio de adolescentes. É por estes e outros motivos que os pais devem estar sempre atentos à mudança de comportamento do filho. Procure conversar com seu filho transmitindo confiança e o máximo de segurança possível. Caso ele não lhe informe nada, procure levá-lo um médico específico, como um psicólogo, por exemplo, pois seu filho pode não ter se sentido à vontade em lhe contar o problema que ocorre na escola.
Diariamente, pergunte ao seu filho como foi o dia na escola e analise a expressão e o olhar dele, pois, muitas vezes os pais sabem quando os filhos estão felizes ou não, se estão ou não mentindo, e estreite a relação de amizade com seu filho. Os sintomas que podem evidenciar que seu filho está sofrendo bullying na escola envolvem reações como dor de estômago e cabeça, vômitos e insônias frequentes. O isolamento, baixo rendimento escolar, conflitos entre irmãos e autoagressão também são provocados pelo bullying, assim tal problema podem ser percebidos quando há a atenção adequada voltada para seu filho.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Estudante baiano que sofreu bullying
tentou se defender com faca
Tia da vítima transferiu jovem para outro colégio e levou caso para polícia.
"Não quero viver nunca mais naquela escola", diz adolescente.
Um adolescente de 14 anos é o principal personagem de uma história que envolve perseguição e violência dentro de uma escola de Salvador. “Todo mundo dizia que lá era bom, mas é ruim. Não quero viver nunca mais naquela escola”, diz o estudante.
A escola, para onde o adolescente não pensa em voltar, é o tradicional Colégio Estadual Úrsula Catharino, com mais de 80 anos de fundação. Era lá que o adolescente cursava a quinta série do Ensino Fundamental. Vítima de agressão há pouco mais de dois meses, o estudante foi obrigado a deixar os estudos de lado.
Um relatório da escola, assinado pela vice-diretora Bianca Jezler Lima Conte, revela que o estudante era "bastante tímido e calado, com poucas amizades". Por isso, os "colegas da turma costumavam ter brincadeiras violentas com ele". Mas o que o relatório chama de brincadeiras, na verdade, eram sessões diárias de humilhação e espancamento, de acordo com o aluno.
As revelações são chocantes. Segundo o aluno, havia uma gangue formada por estudantes da quinta e da oitava série. No comando, um jovem de dezoito anos. O adolescente conta que o nome da gangue que o abordava é ‘Bamor’. “No caderno de todo mundo tinha escrito ‘Bamor’, menos no meu caderno”, conta. “Eles eram da torcida organizada e me deram muitos murros”, revela o estudante. Segundo o jovem, outros colegas apanhavam, e sempre, por motivo fútil. “Se alguém estivesse no recreio, ele (o líder da gangue) trazia para dentro da sala e batia. Sempre batia dentro da sala”, conta.
A vítima conta ainda que, conversar com as meninas na escola e brincar na sala de aula não eram ações permitidas pela gangue.
A direção do colégio sabia das agressões, é o que indica o relatório. Segundo ele, a escola resolveu chamar os pais dos supostos agressores, que negaram as acusações dizendo tratar-se de brincadeiras.
O relatório indica ainda que as agressões começaram em fevereiro, início do ano letivo e só terminaram dois meses depois no dia 20 de abril. Nesse dia, a vítima foi encontrada portando uma faca dentro da mochila. Ele foi denunciado por um dos agressores e explicou que havia levado a faca a pedido de um colega de classe, que prometeu protege-lo dos colegas que costumavam agredi-lo. Só que para isso, a vítima teria que pagar por essa proteção. “Ele me pedia dinheiro todo dia”, conta a vítima.
A tia do estudante, que prefere não ser identificada, conta que diante da falta de providência, decidiu procurar a polícia. Ela disse ter sido convencida pelo diretor do colégio a assinar a transferência do sobrinho. “Eu assinei aquele relatório porque é duro você criar uma criança e ao mesmo tempo você a ver sendo hostilizada, sofrendo calada. Além disso é duro ver o diretor chegar para você e dizer que ele vai ser um futuro assassino”, explica a tia da vítima.
O diretor geral do colégio, Carlos Alberto Andrade da Silva, se defendeu das acusações. “Em momento algum chegou até a mim, que ele estava sofrendo aquelas agressões. O trabalho tinha que ser feito. Eu achava que não devia ser caso de polícia, eu achava que era mais caso de ordem médica do que polícia”.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Como evitar bullings
Todo e qualquer ambiente escolar pode apresentar esse tipo de problema. As escolas que afirmam não ter bulling ou não sabem o que é, ou estão sonegando sua existência. Uma das perguntas que mais vem sendo realizadas por profissionais da educação é como evitar o Bulling dentro das escolas. Mas qual é o significado do termo Bulling? Bulling é a violência física ou psicológica, atos intencionais e repetitivos praticado por uma pessoa ou um grupo de indivíduos com a finalidade de agredir ou intimidar outra pessoa ou grupo, esta outra pessoa ou grupo geralmente são incapazes de se defender de tal agressão. Existem vitimas e agressores. O agressor ou bullie como é chamado, em muitos casos, foi ou é vitima de bulling provocado por outra pessoa ou grupo. Geralmente agressores possuem a personalidade autoritária com grande necessidade de controlar ou dominar.
Os pais para evitar problemas, possuem um papel muito importante. Devem ficar atento a quaisquer sinais que possam denunciar o bulling, já que seu filho pode estar sendo a vitima ou até mesmo vitimando alguém. Por isso os pais devem estar atentos a alguns fatores:
- Aumento da agressividade do filho, isto pode revelar que ele pode ser o possível agressor, e desta forma não ter a consciência do sofrimento que causa em outra criança;
- O vigie com maior atenção, mas não se torne um hiper-protetor;
As maiorias dos casos de bullying infelizmente não acabam bem, pela mídia é possível acompanhar ocorrências diferentes causadas pela violência físico-psicológica, o suicídio de adolescentes é um exemplo disto. Os pais devem estar sempre atentos por estes e outros motivos à mudança de comportamento dos filhos. Se por acaso ele não lhe informar nada, procure levá-lo a um medico específico, como por exemplo, um psicólogo, pois seu filho pode não ter se sentido à vontade em lhe contar o problema que ocorre na escola.
Pergunte diariamente ao seu filho como foi o dia na escola e analise a expressão e o olhar dele, pois, muitas vezes os pais sabem quando os filhos estão felizes ou não, se estão ou não mentindo, e estreite a relação de amizade com seu filho. Os sintomas que podem evidenciar que seu filho está sofrendo bulling na escola envolvem reações como dor cabeça, de estômago, insônias e vômitos freqüentes. O isolamento, baixo rendimento escolar, briga entre irmãos e auto-agressão são também resultados do bulling, Desta maneira, estes problemas podem ser percebidos quando há uma adequada atenção voltada para seu filho.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Bullyings- o que fazer
Bullyings nas escolas: O que fazer?
Para quem ainda não sabe, o Bullying é uma palavra inglesa que se refere aos abusos psicológicos, sociais ou físicos realizados pelos denominado ‘violentões’, e este é um tema atual em que tanto os estudantes quanto os pais, assim é grande importância que você saiba mais sobre assunto para não se tornar a próxima vítima ou saber se seu filho está sofrendo com este tipo de violência. Além de ser um problema psicológico, social e físico, este problema presente nas escolas é unido a humilhações e intimidação das pessoas que são mais acomodadas e/ou passivas, pessoas estas que não possuem nenhuma condição de exercer poder sobre um grupo ou determinada pessoa.
Para a surpresa de muitos, de acordo com especialistas, os Bullyings não ocorrem apenas em escolas, isto é, a prática deste tipo de violência também se faz presente em outros contextos, como no trabalho, na faculdade e até mesmo em relações entre vizinhos. Para que o Bullying se faça presente em qualquer situação, basta existir um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. Em relação aos ambientes escolares, a grande parte das agressões é geralmente psicológica, a qual é resultante através da utilização negativa de apelidos e até mesmo de expressões desagradáveis direcionadas à vítima. No entanto, o bullying não se faz presente apenas através das agressões psicológicas, isto é, verbais, pois as agressões de caráter físico que podem ocasionar em problemas sérios à vitima. Existem muitos casos graves quanto ao bullying físico, sendo que o mais conhecido é o do jovem Curtis Taylor dos Estados Unidos, no qual após apanhar três anos no vestiário masculino do colégio onde estudava e ainda ter seus pertences roubados pelos valentões, Curtis se suicidou em 1993.
Dentre as consequências desta violência, pode-se destacar a depressão, o estresse, a ansiedade, dores em diversas partes do corpo, aumento do consumo de álcool, abuso de drogas, perda de autoestima e problemas de relacionamento. Para muitos, o que pode parecer uma brincadeira inocente, estes atos podem deixar sequelas por toda vida, desta forma se faz importante comunicar aos pais de um amigo ou ao responsável pela escola o que está acontecendo, isto é, que a escola conta com o famoso Bullying. É importante também que os pais analisem o comportamento de seus filhos antes e depois da escola, sendo que se possível, procure conversar com os mesmos, perguntando se existe algo de errado ou até mesmo, procure conversar com amigos próximos ao seu filho para descobrir se eles não sabem de algo.
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